domingo, 1 de maio de 2011

Vai ser para sempre o mesmo.

Se for possível  de inicio ao vídeo e leia o texto. Se não for do seu agrado leia antes e veja o vídeo depois ou vice e versa. Será legal você fazer esse procedimento.



Eu nunca jurei nada em vão. Todas as minhas juras foram sinceras, seja ela de ódio, de amor ou de amizade, se não foi algum sonho bobo, pode acreditar vou me esforçar ao Maximo para realizá-la. Tenho esse incrível defeito de ser fidedigno ao que eu digo ou ao que eu sinto ou ao que eu penso. No fim pode ser bom, mas para isso ser bom, foi muito ruim antes. Acho eu que a minha pior qualidade e mais destrutível (para mim é claro) é de nunca querer machucar ninguém, de sempre querer ser certinho, não ganho nada ou quase nada em troca. Se bem que, não faço nada esperando algo em troca, faço por fazer ou para ajudar, é onde entra aquela questão de querer ser sempre bonzinho. Mais alguns dos meus defeitos gosto rápido demais, confio demais e me apego rápido demais e acabo me decepcionado rápido demais, não que isso se aplique a todos os “amigos”, mas a muitos. Sabe, é complicado ser legal, prestativo ser bonzinho quando o mundo todo parece coagir contra você. Em tudo o que eu faço emprego 95% de mim onde estão incluídos a minha energia, boa vontade e disposição. Os 5% restantes guardo para caso precise. Para caso aconteça como sempre costuma acontecer, eu “quebro” a cara no fim, ainda terei 5% para tentar me reergue. No fim sempre vou me reergue, sei vai demorar até voltar para os meus 100% mas um dia volto. Eu também costumo jamais cair no mesmo buraco, posso até cair em algum buraco diferente, mas no mesmo não. Cada dor é única, podem ter soluções semelhantes, mas cada sofrer é singular e faz você ter conclusões únicas, afinal, não se erra o mesmo erro duas vezes, e se erra ou você não concluiu seu erro, ou não aprendeu nada com ele ou meu caro, me desculpe, mas você é um “burro”. Acredito, eu, que os erros têm apenas uma finalidade em nossas vidas: Nos ensinar algo de uma maneira mais árdua e complicada. Se tiver outra finalidade, desconheço. Mas sabe qual a melhor (ou a pior, ainda não descobrir) parte disso tudo? É que eu não vou mudar, ou pelo menos não quero mudar. Vou permanecer assim por muito tempo ainda, correndo os riscos dos acertos e dos erros. Ensinando a cada acerto e aprendendo com cada erro.

Nota do autor: Esse texto sofre grande influencia da musica Quando você crescer de Raul Seixas, estava ouvindo ela enquanto escrevia. E alem dela, porem com menos influencia, temos também canteiros de Raimundo Fagner e Reciclagem de Zé Geraldo. Se tiver a oportunidade e a vontade, ouça as três.

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