quarta-feira, 14 de junho de 2017

Oca

Por entre caminhos
límpidos.
Nuvens de calmaria.
Viajando
em queda livre,
pra cair no mei do mato,
pelas beiras da cachoeira,
e cair na tua rede.
Embaixo de tua oca
matar a minha sede.
La pro fim da tarde,
caminhar por tua trilha,
chega lá pra ribanceira.
Ver o sol morrer no mar,
e beijando tua boca,
ver meu corpo,
morrer em tua rede.

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