As flores
dos teus olhos eram azuis.
Feito as
tardes de domingo
da primavera
que eu te conheci.
Eram doces
tardes,
como teu
doce jeito.
O sol não
tinha a menor graça,
diante do
brilho dos teus olhos.
O violão
emanava
uma bela
harmonia,
mas o mundo
parecia mudo
diante do
som das suas palavras.
Da forma
hipnotizante
como
pronunciava
as suas
palavras.
E eu como,
gostava de palavras,
me
deliciava,
com os seus
sussurros.
Você exalava
um jeito felino.
E cravava em
meu peito,
as garras do
desejo,
e doces
palavras.
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